quarta-feira, 23 de maio de 2012

Pesquisa revela dificuldades no processo de Acreditação na Saúde

Pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Gestão em Gestão de Serviços de Saúde mostra que os principais percalços pelos quais as instituições passam são de ordem cultural e técnica.


Uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Gestão em Gestão de Serviços de Saúde denominada Panorama da Acreditação Hospitalar no Brasil identificou as principais dificuldades enfrentadas pelos hospitais participantes de um processo de acreditação.

Os principais percalços identificados são relacionados a problemas de natureza cultural e técnica das instituições.
Veja a seguir :
1.  Desenvolvimento da cultura da gestão da qualidade
2.  Criação de uma cultura de registro, de formalização dos processos
3.  Criação de uma cultura de qualidade no hospital

4.  Criação de uma cultura da mensuração
5.  Desenvolvimento do trabalho em equipe e a multidisciplinaridade
6.  Adequação do hospital, em termos de estrutura, às especificações

7.  Resistência do corpo clínico aberto

8.  Comunicação interna da importância do processo de acreditação
9.   Resistência do corpo clínico interno

10. Adequar as especificações da certificação à cultura

É neste momento que uma Consultoria contribui no processo de implantação, pois são pessoas fora do ambiente de trabalho, que enfrenta as mesmas dificuldades e acaba adotando a sua metodologia ao grau de dificuldade de cada cliente.

Quando tentamos fazer sozinhos, o processo emperra, pois devido a estas dificuldades, o Representante da Qualidade acaba por desanimar devido aos obstáculos no relacionamento.

A RD Consultoria possui soluções importantes para cada uma destes obstáculos.

Ronaldo Damaceno


Pathos Diagnóstico Médicos Consegue Acreditação com a RD Consultoria


A RD Consultoria parabeniza ao Laboratório PATHOS DIAGNÓSTICOS MÉDICOS pela indicação da ONA nível I no último dia 22/05/2012. Foram 12 meses de preparação que trouxeram muitas alegrias, uma vez que as trocas de experiências ocorreram, aprimorando várias metodologias, tanto da RD quanto do Laboratório.

A equipe de colaboradores comanda por Edna Candin, Eduardo Coe, João Gonçalves e para a direção Dra Nazareth, Augusto, Dra Olívia e Dr Paulo Grimaldi, que tiveram uma dedicação intensa do início ao fim. Agradecemos mais uma vez a confiança de todos e esperamos que este seja apenas o primeiro desafio de muitos na busca da melhoria contínua de um Sistema de Gestão da Qualidade.

Acreditamos que o seguimento da Anatomia Patológica ganha muito com esta acreditação, diferenciando ainda mais os prestadores de serviços.

sábado, 21 de abril de 2012

Laboratório Gilles Landman conquista ONA


A RD Consultoria parabeniza ao Laboratório Gilles Landman pela indicação da ONA nível II no último dia 20/04/2012. Foram 12 meses de preparação que trouxeram muitas alegrias, uma vez que as trocas de experiências ocorreram, aprimorando várias metodologias, tanto da RD quanto do Laboratório.

A equipe de colaboradores comanda por Maria Luisa Landman e por seu Pai, Dr Gilles Landman, tiveram uma dedicação intensa do início ao fim. Agradecemos mais uma vez a confiança de todos e esperamos que este seja apenas o primeiro desafio de muitos na busca da melhoria contínua de um Sistema de Gestão da Qualidade.

sábado, 14 de abril de 2012

Por que a acreditação hospitalar no Brasil não decola?

De acordo com o SINDHRio, enquanto nos Estados Unidos há cerca de 26 mil hospitais acreditados, no Brasil apenas 48 - 50% no Estado de São Paulo e o restante no Rio de Janeiro e Minas Gerais.Embora sua criação no Brasil remonte ao ano de 1995, o Programa de Acreditação Hospitalar ganhou força e repercussão no país após o ano de 2001. Este surgiu como uma figura peculiar de certificação destinada às instituições de saúde, aferido através de um método de avaliação voluntário, periódico e reservado dos recursos institucionais de cada hospital para garantir a qualidade da assistência por meio de padrões previamente definidos.
Dentre os seus grandes benefícios destaca-se um maior primor com a profissionalização, ética e qualidade do atendimento prestado pelos estabelecimentos e profissionais da área de saúde.
Soma-se a este cabedal de ganhos o incentivo financeiro capitaneado pelo BNDES, norma 636/2002, que garante linha de crédito atraente e específica para os hospitais participantes deste processo de certificação.
Todavia, os estabelecimentos no Brasil voltados para cuidados com a saúde antrópica seguem na contramão destas benesses. De acordo com o SINDHRio, enquanto nos Estados Unidos há cerca de 26 mil hospitais acreditados, no Brasil apenas 48 (50% no Estado de São Paulo e o restante no Rio de Janeiro e Minas Gerais) possuem esta certificação.
Um estudo realizado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), em 2009, mostrou que, entre 158 hospitais paulistas, 75% descumpriam procedimentos essenciais para evitar infecções, tais como esterilização de materiais.
O estudo constatou ainda que dos 927 hospitais do Estado de São Paulo, 816 têm critérios para notificar infecção hospitalar; e destes hospitais que possuem critérios, 82% fizeram notificações, segundo informação colhida junto a Divisão de Infecção Hospitalar da Secretaria de Saúde/SP.
Vale chamar atenção ainda para o fato de que, atualmente, no Canadá, existem cerca de 92% de hospitais acreditados, consoante informado pelo diretor nacional do Instituto Qualisa de Gestão (IQG), Rubens Covello.
Assim, convém questionar qual o motivo para o retrocesso das instituições brasileiras no campo da acreditação. A resposta para esta indagação obrigatoriamente deverá incluir todo o panorama procedimental para a implementação do programa.
Inicialmente, deve-se observar que no Brasil não existe legislação exigindo a implementação da acreditação, ao contrário do que ocorre em outros países. A esparsa normatização existente apenas regulamenta o modo como este procedimento certificatório se desenvolverá, a exemplo da Resolução 93/2006 (Anvisa), mas não estabelecem quais instituições são obrigadas a adotar este procedimento e em qual prazo, excluindo ainda aqueles que se beneficiam parcial ou integralmente do erário.
Neste contexto vale afirmar que as principais fontes pagadoras brasileiras (planos de saúde e erário público) igualmente não exigem que os centros de saúde sejam creditados, ao contrário da realidade francesa e americana.
Soma-se a isto o fato de que esta certificação implica no dever de maior vigilância das normas de higiene e segurança, o que pode ocasionar certos dissabores entre os profissionais e até mesmo pacientes, em virtude do choque cultural.
A questão econômica não poderia ficar excluída destes indicadores. O custo é determinado pelo tamanho e complexidade do hospital, número de avaliadores e a duração da avaliação. De acordo com a Joint Commission International (JCI), principal agência internacional de acreditação, no ano de 2010, o valor médio do procedimento para hospitais de pequeno e médio porte foi de US$ 46.000,00.
A questão econômica possui outros desdobramentos, alguns inusitados, como o custo com lavanderias, tal como ocorrera com o Hospital Israelita Albert Einstein. De acordo com informações da JCI, a instalação de lavandeiras internas traz risco de incêndio, e por este motivo, o Hospital terceirizou todo o serviço de lavanderia, com vista a ser certificado.
De outro modo, todo este empenho com vista a obtenção deste selo é totalmente salutar para fomentar a cultura da segurança nas relações entre os centros de saúde e paciente. O Consórcio Brasileiro de Acreditação lembra a importância deste por criar novos mecanismos de negociação junto às fontes pagadoras, com base em dados relativos à melhoria e garantia qualidade do cuidado.
Ressalte-se que esta certificação decorrente da implementação do Programa de Acreditação Hospitalar, não é uma forma de fiscalização, mas sim um programa de educação continuada, cujo objetivo principal é aumentar a segurança na relação entre hospital e paciente.

*Maurício Melo Santos. Advogado. Membro do Núcleo Saúde do MBAF Consultores e Advogados, escritório membro da REDE LEXNET.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Só metade dos laboratórios tem controle de qualidade


6/03/2012 - 11h41
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CLÁUDIA COLLUCCI
DE SÃO PAULO

Menos da metade dos 16 mil laboratórios de diagnóstico do país tem controles internos de qualidade, e apenas uma parcela mínima (2%) passa por auditorias externas (acreditadoras) que avaliam seus processos. O setor movimenta R$ 12 bilhões por ano.

Os dados, da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), ajudam a explicar o número de ações por erros de exames clínicos e de imagem que tramitam nos Tribunais de Justiça do país.
Entre 2000 e 2007, houve 1.509 processos contra laboratórios, segundo pesquisa nacional feita pelo bioquímico Humberto Tibúrcio, do Sindlab (Sindicato dos Laboratórios de Minas Gerais).

Já entre 2008 e o início deste ano, a Folha localizou 1.780 ações (julgadas em segunda instância, a única que permite pesquisa livre) por danos morais contra o setor da medicina diagnóstica.

Só no Tribunal de Justiça de São Paulo, foram 449 processos, 72% deles especificamente sobre denúncias de erros de exames. Testes falso-positivos de HIV, hepatites, sífilis, gravidez e DNA lideram as queixas (38% delas).

Muitos exames têm limitações metodológicas. No caso do HIV, há mais de 70 fatores que podem causar uma reação falso-positiva, incluindo a gripe e a gravidez.
Por isso, o procedimento padrão em casos de resultado positivo para HIV é fazer a contraprova por meio de outro tipo de exame, o Western Blot. O Ministério da Saúde recomenda que os laboratórios avisem os pacientes sobre a limitação do exame.
"Todo mundo sabe que tem de fazer aconselhamento do paciente, mas poucos fazem", afirma Tibúrcio.

Nas ações, há também queixas de trocas de laudos (a imagem é de um paciente, e o laudo de outro) ou erros de resultados (positivo por negativou vice e versa) e de exames que apontam, erroneamente, um câncer.

Em um papanicolaou de rotina, por exemplo, Ismênia Costa recebeu o diagnóstico de câncer de colo de útero em estágio avançado (grau 3).
Editoria de arte/ Folhapress

INDENIZAÇÃO

O ginecologista pediu uma biopsia, que deu negativa. Solicitou, então, que ela repetisse o exame no mesmo laboratório. O resultado dessa vez, veio negativo. O laboratório foi condenado a pagar indenização de R$ 60 mil.
"Erros de laboratórios são evitáveis na maioria das vezes. No Brasil, a gente não está tratando bem essa questão", diz Wilson Shcolnik, diretor de acreditação e qualidade da SBPC/ML.

A partir de setembro, por resolução da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), os planos terão que divulgar quais os laboratórios da sua rede são qualificados.
Segundo Shcolnik, a fase pré-analítica é a que apresenta maiores taxas de erros (entre 54,5% e 88,9%, segundo estudos internacionais).

"Não tem melhoria só com maquinário. A qualidade está na educação continuada", diz Humberto Tibúrcio.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Parabéns Hospital Unimed Litoral


É com grande alegria e satisfação que informamos, que mais um dos nossos clientes, desta vez o Hospital Unimed Litoral, empresa sediada em Balneário Camboriu de Santa Catarina, um dos mais importantes da Cidade, foi indicada pela equipe da GL - Germanischer Lloyd, tendo a Avaliadora Líder Adriana Arruda Nogueira César, à Acreditação Plena, nível II da ONA – Organização Nacional de Acreditação.

Parabenizamos ao Presidente Sérgio Malburg Filho da Unimed Litoral e Diretor do Hospital Unimed Litoral, que durante todo tempo de implantação, apoiou com recursos e incentivo a toda equipe do Comitê da Qualidade, comandado pela Representante da Direção Menyana Bahls e pelo Gerente Administrativo Mario Fernando Gonçalves Silva.

Este comitê trabalhou duro para transformar este sonho em realidade. Uma equipe multidisciplinar, envolvendo médicos, enfermeiros, biomédicos, farmacêuticos, nutricionista, administrador, analista de sistemas, Engenheiro, Técnico do Trabalho, Psicólogo e demais profissões. Durante todo tempo de implantação esta equipe discutiu com afinco os itens de avaliação do Manual Brasileiro de Acreditação ONA, adaptando seus processos, procedimentos e atividades para que tornasse o Hospital Unimed Litoral o primeiro da Cidade a conquista este selo tão importante, de organização Acreditada Plena.

É gratificante para qualquer consultor ou consultoria ver seus discípulos ampliando seus ensinamentos, multiplicando estes conhecimentos e tornando a teoria em prática de gestão. Sendo assim, só podemos agradecer, dizer obrigado por deixar com que fizéssemos parte deste Projeto tão particular.

Esperamos e confiamos que isto não terminará por aqui, seja com acompanhamento ou não da RD Consultoria. Sabemos que este Projeto dará frutos e quem se beneficiará é a sociedade de Balneário e até mesmo de todo o mundo, pois é grande o número de turistas visitando esta Cidade linda e encantadora.

Ronaldo Damaceno

terça-feira, 6 de março de 2012

ONA e IACs – a serviço da Acreditação


A ONA – Organização Nacional de Acreditação – foi tema de artigo de 10 páginas, publicado na última edição da Business Review Brasil e Healthcare Global (versão em inglês). Ambas fazem parte do portfólio de uma editora internacional que conta com mais de 355 mil leitores ao redor do mundo, entre presidentes, CEOs e diretores executivos cadastrados. Em cada edição as revistas trazem reportagens e artigos de especialistas das principais indústrias, associações e órgãos governamentais, que cuidam dos interesses e do desenvolvimento do setor que representam. No caso da ONA, o artigo foi assinado por seu presidente, doutor Luiz Plínio Moraes de Toledo.


No início de 2012, a ONA deve comemorar seus 13 anos de existência, com o Sistema Brasileiro de Acreditação atingindo o número de 300 certificações válidas concedidas às organizações de saúde públicas e privadas em todo o país. E se depender do planejamento da ONA e das IACs, os próximos meses serão de muito trabalho.
Essa postura se revela nos comentários das IACs. Segundo Osnir Simonatto, coordenador de acreditação para serviços de saúde da Fundação Carlos Alberto Vanzolini (FCAV) houve um crescimento exponencial das atividades do setor, em 2011, capilarizando para as organizações de saúde em geral, depois da acreditação dos serviços de referência. Ele avalia também que a ONA começa a ser considerada no planejamento estratégico das corporações que administram um grande número de instituições de saúde, o que abrange inclusive os programas de governo.
“Em 2012, na Fundação Vanzolini, vamos acompanhar a diversificação de normas que a ONA está promovendo e que resultam em novos conceitos para a acreditação. Estamos preparados também para manter nossa capacidade de atendimento em todo o Brasil, como já fazemos em estados como o Pará, Pernambuco, Minas Gerais, além de São Paulo, que tem o mercado mais consolidado do País na área da acreditação.”
A representante do Instituto Paranaense de Acreditação dos Serviços de Saúde (IPASS), Josiane Vivan tem avaliação parecida com a de Simonatto, quando fala das instituições atendidas em 2011. Mas destaca também a demanda para a participação em eventos relacionados à Gestão de Serviços de Saúde. “O entendimento sobre qualidade vem mudando para os serviços de médio e pequeno porte, inclusive serviços públicos”, avalia.
Na sua experiência, ela verifica que o custo da implementação dos processos deixa de ser prioridade e começa haver uma real preocupação com a qualidade refletida na segurança do paciente, colaboradores e do próprio prestador de serviço. Para este ano, Josiane revela a expectativa de que esse cenário se mantenha, o que deve se refletir no aumento da busca pela Acreditação.
Na visão da Det Norske Veritas Certificadora (DNV), o ano de 2011 foi caraterizado por um momento de expressivas mudanças na área da saúde, que resultou na busca de um novo modelo de governança adaptada às exigências do mercado e à sustentabilidade dos negócios.
Para seu coordenador, Luiz Carlos Marzano, “tudo isto, certamente se reflete na necessidade das organizações de saúde se adaptarem à nova realidade de mercado, pois somente um sistema de gestão bem sucedido em seu projeto, implementação, aplicação e avaliado criteriosamente, poderá, efetivamente, suportar todas essas mudanças.”
Marzano prevê que o novo quadro será decisivo para o crescimento do Sistema Brasileiro de Acreditação, “que precisará estar capacitado para atuar, fortemente e de forma coesa, buscando superar todos os desafios”.
Preparando-se para esse cenário, a DNV fechou o ano com a assinatura de contrato com o primeiro cliente em busca do Selo de Qualidade - criado pela ONA para os Serviços para a Saúde - e contratação e capacitação de cinco novos avaliadores, para atender melhor as demandas em 2012. Para aprimorar a capacitação do corpo técnico, ainda em 2011 a DNV realizou em São Paulo o workshop sobre Governança Clínica e promoveu diversos cursos de Gestão de Riscos Hospitalares e Laboratoriais, além de participar de vários eventos importantes para o setor de saúde.
A busca pela consolidação também marcou a atuação do IQG – Instituto Qualisa de Gestão, de acordo com seu Diretor, Rubens Corvello. No ano de 2011 o IQG trabalhou fortemente programas de segurança do paciente, para que isto acontecesse de maneira sólida, baseados na metodologia ONA.
“Para que tivéssemos base técnica na implementação da metodologia de acreditação, desenhamos um programa de educação continuada in company e transformamos nossos avaliadores em verdadeiros especialistas em qualidade e segurança do paciente”, revela Corvello. “Isto resultou em indicadores robustos para o Sistema Brasileiro de Acreditação e para o IQG. Realizamos mais de 65 diagnósticos e 80 certificações, chegamos a um total de mais de 80.000 pessoas capacitadas e ou multiplicadas nesta metodologia e mais de  501 visitas em Instituições de saúde com uma média de 218 avaliadores/mês”.
O diretor do IQG contabiliza também a participação em dois eventos internacionais, com a apresentação de trabalho científico no Congresso Mundial da ISQua, demonstrando o número de vidas salvas a partir da implementação da acreditação em 10 hospitais brasileiros; e no Fórum Internacional da Qualidade, com cerca de 900 participantes.
“Os resultados obtidos nos dá perspectiva de trabalhar 2012 com mais afinco e não perdermos o foco de nossa meta que é a da segurança do paciente”, conclui.
No caso do IAHCS - Instituto de Acreditação Hospitalar e Certificação em Saúde, a atuação em 2011 esteve orientada para a realização das visitas de manutenção das certificações vigentes e a efetivação de novas certificações e re-certificações nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Brasília/DF, conforme balanço do seu presidente, Cláudio José Allgayer.
A certificadora concentrou esforços, ainda, na área educativa, ministrando palestras em cursos de graduação e pós-graduação no setor saúde e cursos de multiplicadores do sistema. Dessa forma, o IAHCS reforça sua estrutura para a conquista de novos negócios em 2012.
O crescimento também está nos planos do Germanischer Lloyd (GL), como revela seu coordenador de saúde e auditor, Nairson Oliveira. “No ano de 2011 sentimos um expressivo aumento no número de participantes dos nossos cursos abertos, bem como na contratação dos mesmos cursos pelas empresas - todos focados na capacitação de recursos humanos para as organizações de saúde.” Outro aumento significativo, segundo Nairson, foi no número de novos clientes e nas renovações de contratos.
“A área da Saúde dentro do Germanischer Lloyd, em 2011, foi um dos focos da empresa e os resultados demonstram nossa consolidação no mercado”, avalia. “Para o ano de 2012 a área da saúde continua como um dos principais focos dentro da organização, e para tanto nosso planejamento estratégico deverá ser mais agressivo do que já foi até agora”.
A British Standards Institution (BSI) não reduziu o ritmo em 2011, segundo Gustavo Pacca, consultor da IAC. Pelo contrário, além do atendimento à demanda rotineira, investiu em cursos in company em várias instituições de saúde com as quais trabalha, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espirito Santo, realizando treinamento e formação de avaliadores internos, além de palestras de sensibilização. A BSI também realizou avaliação diagnóstica e deu continuidade aos processos de acreditação e avanço de nível nas instituições em que atua.
A programação de 2012 não será diferente e um exemplo é o patrocínio de eventos relacionados à acreditação, como o workshop  “Por que Acreditar sua empresa pelo Sistema Brasileiro de Acreditação – ONA”, voltado para novos e potenciais interessados em obter a certificação de seus serviços de saúde.

Soluções de Qualidade em Saúde