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sábado, 13 de dezembro de 2014

Qualidade no Atendimento um Desafio Constante para Serviços de Saúde

Temos ouvido falar sobre Qualidade no Atendimento, principalmente para serviços de saúde, que dependem muito do resultado do processo de atendimento, uma vez que investiram fabulas em estrutura, tecnologia, luxo e beleza, na busca pela satisfação do cliente/paciente, mas nada disto foi capaz de melhorar de maneira significativa o cenário atual. As pessoas ainda buscam o velho e bom contato, olho no olho, a simpatia e atenção, sentimentos na troca de experiência gerada entre pessoas. De nada adianta uma bela sala de espera, uniformes de luxo, poltronas aconchegantes, pessoas bonitas, decoração impecável, se as pessoas que fazem o atendimento, não conseguem perceber as necessidades e buscar satisfazer as expectativas dos clientes/pacientes. Para um profissional conseguir êxito nesta atividade, é preciso buscar autoconhecimento, saber controlar as emoções, conhecer bem o sistema de informática utilizado, conhecer os negócios e profissionais de sua empresa, além de saber lidar sob situações difíceis.

Infelizmente não é isto que encontramos no mercado, os colaboradores de atendimento telefônico e de recepção, sejam eles assistentes de procedimentos ou responsáveis por cadastros ou de fornecer informações, são constantemente trocados, sem uma preparação prévia, colocados na linha de frente, sem ao menos uma integração com as atividades chaves da empresa. É nítido que o resultado será alternado, variando de bom para ruim, dependendo do cliente/paciente que encontrar pela frente.

As empresas e os departamentos de Gestão de Pessoas, precisam como nunca, desenvolver um PDI – Plano de Desenvolvimento Individual, com módulos de educação permanente e continuada, voltados para a parte comportamental, discutindo: atitudes, ações x reações, mensagens corporais, postura, dicção, dicas de como lidar em situações difíceis, além de mensagens de otimismo e de agradecimento pela escolha do serviço. Para muitas pessoas, isto é besteira, são ações oriundas de berço e que o custo empregado, não traz benefícios.

Acredito que durante toda nossa formação pessoal, temos um Pai e uma Mãe, além de professores, dizendo o tempo todo o que devemos ou não fazer, porém quando entramos na empresa, este tipo de atitude fica sobre o controle do gestor de atendimento, que mesmo gostando da pessoa, se vê obrigado a tomar atitudes rápidas, dispensando aqueles que precisam de um tempo maior para se adaptar a este processo tão exigente. Aliás, este deve ser um outro tema para discutir, o Gestor de Atendimento, uma vez que, a cada dia que passa, fica mais difícil ter sucesso nesta função, assemelhando-se muito à um Técnico de Futebol, que não consegue mobilizar e motivar sua equipe na velocidade necessária, entre uma partida e outra, ou ele ensina os fundamentos táticos de cada posição, ou discute posicionamento, jogadas ensaiadas, dentre outras atividades dentro do futebol.

É preciso ainda relacionar no PDI, os treinamentos de capacitação interna, como por exemplo: sistema de informática, a padronização da maquilagem para combinar com o perfil do ambiente e do uniforme, os diferenciais e as características dos processos técnicos da empresa, os diferenciais dos profissionais que realizam os processos técnicos, os critérios de aceites de pedidos, os preparos e restrições dos processos técnicos, o perfil epidemiológico da empresa, como: classe social, faixa etária, fonte pagadora, principais dúvidas e dificuldades dos clientes pacientes, o planejamento estratégico da organização. Perceba que, isto, o colaborador deveria ter aprendido antes de entrar na linha de frente, ou seja, com a equipe de Desenvolvimento de Pessoas, para depois ser acompanhado pelo Gestor de Atendimento, para avaliação no tempo de experiência. Não obstante, estes treinamentos e palestras, devem ser repetidos, com roupagem diferentes, agora com base nos eventos e na produtividade de cada colaborador, para que o objetivo de reciclagem seja alcançado, pois do contrário, tudo cai no esquecimento e as pessoas voltam a cometer as mesmas falhas.

Em outras palavras, precisamos entender que como o Técnico de Futebol, não é responsável sozinho pelo sucesso ou fracasso do seu time, uma vez que o diretor é quem faz as contratações, muitas vezes sem consultar o técnico, considerando seu currículo e valor de mercado, sem analisar ele dentro de campo, junto com os demais jogadores, o Gestor de Atendimento, não conseguirá reverter este quadro, sem envolvimento da direção, gestão de pessoas e os responsáveis dos demais setores, principalmente os técnicos. O ideal seria montar uma comissão para analisar criticamente os anseios da organização, os profissionais existentes, com seus comportamentos e técnicas, para depois traçar um plano de desenvolvimento deste time (PDT), alinhados por indicadores para monitoramento mensal dos resultados.

Está mais do que na hora de entender, que muito raramente alguém quer ser passado por incompetente, incapaz, ou que não liga para o que faz. Todos nós em algum momento, desejamos muito o serviço, seja pela força do dinheiro, seja pela busca de liberdade, então o que está faltando, é fazer com que as pessoas gostem de lidar com outras pessoas, sintam o prazer do serviço bem feito, amem receber e servir ao próximo. Nesta vertente, fica claro, que caberá a toda alta administração, planejar, capacitar e educar permanentemente sua equipe, na busca dos diferenciais de sua missão, valores e visão de futuro, bem como da política de qualidade no atendimento.

Isto torna obrigatória a tradução do conceito Qualidade. É quase impossível preparar alguém com tantas características em um seguimento tão abrangente como é o atendimento. Quanto mais tangível formos, melhor para o colaborador entender sua responsabilidade e autonomia na busca pela satisfação do cliente/paciente. Na maioria de artigos, literaturas e palestras, a qualidade é tida como Atender Bem, mas o que é atender bem? Seria atender no prazo? Se for isto, então por que os clientes reclamam de atendimentos rápidos, alegando terem sido tratados como mais um número na organização? Perceba que a questão é difícil, deve ser discutida e compartilhada até mesmo como os clientes. Temos outra linha de frente que alegam que atender bem é cumprir com os requisitos estabelecidos, ou seja, atender no horário, de maneira organizada, obedecendo o que ficou acordado previamente, entregando o que foi combinado. E ai surgem reclamações do tipo, as pessoas foram frias, nem notaram o cliente/paciente. Mais uma vez, nos vemos entre a cruz e a espada, como agradar o cliente/paciente de maneira que o atendente sinta orgulho da sua ação?

É preciso mais do que nunca entendermos que as pessoas são diferentes umas das outras, o que é bom para um, é péssimo para outro. Não existe uma receita de bolo infalível e inquestionável. As pessoas precisam como nunca de atenção e carinho. Isto só é possível se ouvirmos, se analisarmos, se tivermos tempo entre um atendimento e outro para mudar nossa postura de acordo com a necessidade do cliente/paciente. Porém, a linha de produção que somos obrigados a trabalhar nos dias atuais, é quase impossível adaptar a tantas variações em que os atendentes são submetidos. É preciso de um acompanhamento diário de pessoas comprometidas com o desenvolvimento humano, capaz de captar as reações do corpo do cliente/paciente e do colaborador, para agir de maneira preventiva, para que o resultado possa ser atingido.

Os colegas de trabalho são essenciais e precisam estar comprometidos com este tipo de comportamento, para de maneira rápida, separar a pessoa que está pronta para estragar todo esforço do time, a Gestora de Atendimento, precisa estar menos envolvida nos aspectos burocráticos e mais atenta aos comportamentos individuais de cada pessoa colaboradora, o Gestão de Pessoas, precisa estar mais presente com estas pessoas, para ajudar a detectar oportunidades de melhorias, oferecendo suporte cada vez mais rápidos. Os setores de suporte, como TI, Limpeza, Manutenção, também precisam ser ágeis, na solução dos problemas dos setores de atendimento, pois do contrário, dificilmente teremos condições de obter os RD - Resultados Desejados.

Espero que este texto contribua para refletirmos mais o processo de atendimento com o carinho e atenção que merecer.

Gestor de Qualidade
Gestor Executivo em Saúde
CRA-SP: 6-000074
Fone: (11) 3901-6734
Celular: (11) 98221-8006
Nextel: (11) 7735-8072 ID: 97*102361

sábado, 4 de outubro de 2014

Aprendendo a fazer Gestão com a Disney

Que a Disney é uma excelente gestora em entretenimento e diversão ninguém dúvida, mas que ela pode servir de exemplo para uma Gestão mais eficiente e eficaz na saúde, isto alguns podem duvidar. Porém afirmamos, a Disney é sem dúvidas um modelo de gestão perfeitamente aplicável para organizações de saúde. Veja o que eles fazem com a Pesquisa de Satisfação de Clientes. Busca incansável pela fidelidade do cliente. Você pode ser perguntar: Porque é a fidelidade do cliente, e não a satisfação? É porque o que realmente  impulsiona o negócio é a repetição.
Pesquisas de satisfação, devem ser melhores aproveitadas nas Gestões Aplicadas à Saúde. Aluns administradores ignoram a importância deste item, por considerarem que os pacientes estão ansiosos, nervosos e incapazes de observarem os esforços da organização de saúde. Sendo assim, comemoram o fato de haver mais elogios do que reclamações. Quando um paciente satisfeito com seu atendimento, sente-se bem porque não aconteceu nada errado, normalmente ele marca de 3 a 5 (em uma escala de 5) nos quesitos de avaliação da pesquisa, porém isto não quer dizer que o mesmo retornará ao seu estabelecimento, apenas não ficou frustado. Este número, aparente positivo, cria uma falsa expectativa de que o paciente está satisfeito, e a equipe corre um grande risco de sentir que ela é tão boa ou excelente no atendimento do paciente, e que tem pouco ou nada a melhorar, quando na verdade o paciente só recebeu uma experiência comum ou às vezes pior que isso.
No famoso ensaio “Loyalty Effect: The Hidden Force Behind Growth, Profits, and Lasting Value” de Frederick F. Reichheldpublicado pela Harvard Business for Educators, descreve-se que os clientes que dão uma classificação de “4” a um serviço, são seis vezes mais propensos a desistir do mesmo, em comparação com aqueles que deram nota “5”. Em outras palavras, ter um índice de satisfação do cliente alto, não garante em nada que esse cliente pretenda voltar, nem que esteja fidelizando-o.
A Disney visa a fidelidade e não a satisfação da seguinte forma: sua medida é a % de clientes que avaliaram sua experiência como “muito satisfeitos”, ou seja 5 de 5. Portanto, um índice de, por exemplo, 75% em qualquer quesito da avaliação, significa que 75% das pessoas avaliaram esse ponto com nota máxima, dessa forma, ainda precisará trabalhar para conquistar o outro 25% que por alguma razão não ficou muito satisfeito.
Um das coisas que Lee defende no livro é que para fidelizar o paciente, você sempre tem que dar um motivo para que ele tenha uma história para contar, momentos únicos que o paciente não esperava, assim como, expressar uma empatia sincera pela angústia e sofrimento que ele está passando.
Ele conta que uma amiga passou por uma experiência que mudou sua vida para sempre. Ela soube que tinha um câncer de mama e que precisaria fazer uma mastectomia radical. Claro, a notícia foi devastadora e ela foi envolvida por sentimentos de medo e angustia, porém continha suas emoções porque não queria afetar seu casamento. Na noite posterior à cirurgia, quando ela ficou sozinha no quarto, simplesmente desabou, um sentimento de solidão e abandono tomou conta dela e começou a chorar inconsolavelmente. De repente, uma das enfermeiras entrou com uma bandeja nas mãos e acendeu a luz, quando percebeu que ela estava chorando, deixou a bandeja de lado, apagou a luz e sem falar uma palavra, sentou do lado dela segurando a sua mão. “Foi como se um anjo tivesse entrado no meu quarto”, disse sua amiga e finalizou “enquanto eu viver, nunca esquecerei o que essa enfermeira fez por mim”.
É nestas horas que a prática da humanização faz a diferença. Empresas de saúde, não podem esquecer a importância de olhar, tocar, sentir e se emocionar com os pacientes. Trabalhar a equipe da linha de frente para oferecer atenção e carinho, deve ser um trabalho permanente de gestão de pessoas. O cliente precisa se sentir único, mesmo para instituições abarrotadas de pessoas no atendimento. Caberá ao atendente, personalizar seu atendimento, buscando apoia o cliente em suas dúvidas, dificuldades e até mesmo, desconfiança.
Preocupado com isto, a RD Consultoria, vem aprimorando suas palestras e cursos para ajudar aos seus clientes e parceiros, que possuem visão sistêmica e que confiam no atendimento como diferencial, para oferecer o que há de mais moderno e humanizado, com dinâmicas de acolhimento, sensibilização e humanização das atendentes de telefone, recepção, enfermagem, manobristas, porteiros e equipe de higienização. É imprescindível que toda equipe seja mobilizada e capacitada para obter exito no atendimento, com foco na fidelização do cliente/paciente.

Ronaldo Damaceno
Gestor Executivo em Saúde
CRA-SP: 6-000074
(11) 3901-6734 




sábado, 20 de setembro de 2014

A RD Consultoria, foi convidada a receber novamente o Quality Festival 2014

por Ronaldo José Damaceno às 07:49 


LAQI_2013.gif
Adicionar legenda
Mais uma vez fomos convidados a receber este prêmio que muito engrandece qualquer organização prestadora de serviços, porém infelizmente, não teremos como participar da festa por motivos de agenda. Agradecemos a quem nos indicou e contamos com novas indicações no futuro.


Leia abaixo a carta que recebemos.


Ronaldo Damaceno

Gestor Executivo em Saúde
CRA-SP: 6-000074
ronaldodamaceno@rdconsultoria.com.br
(11) 3901-6734 


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Cidade do Panamá, 02 de Junho de 2014.
A.
RD CONSULTORIA
Sr.
Ronaldo Damaceno
Diretor Executivo     

Estendo uma cordial saudação e através do presente, solicito retorno ao convite realizado pelo Latin American Quality Institute, relacionado a realização do encontro internacional Quality Festival 2014 e a entrega do galardão Latin American Quality Awards, que na oportunidade terá como sede a cidade deSão Paulo nos dias 24, 25 e 26 de Novembro.

Em consequência ao prazo para confirmação e devido aos tramites protocolares e publicitários que devem acorrer posterior a tal oficialização, rogamos um retorno imediato.

Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos com a máxima consideração.

Cordialmente,

RD recebe novamente TOP Empreendedor 2014


selotopemp07.jpgAgradecemos as pessoas e empresas que nos indicaram a receber novamente o prêmio TOP Empreendedor, pelo 5 ano consecutivo. Infelizmente não tivemos como participar da festa, mas ficamos honrados com o convite. Leia abaixo a carta encaminhada pela organizadora do evento.

Ronaldo Damaceno
Gestor Executivo em Saúde
CRA-SP: 6-000074
ronaldodamaceno@rdconsultoria.com.br
(11) 3901-6734 



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De: Revista Top of Business - Porto Alegre - RS - Brasil
Sr. Rafael Mânica – (51) 3317.8000 E-mail:rafael@montrealeventos.com.br

RD Consultoria 
A/C SR. Ronaldo Damaceno 
São Paulo - SP                                                                                09/06/2014 09:24:35
Prezados(as) Senhores(as):

Revista Top of Business solicita confirmação imediata da RD Consultoria para receber o Troféu Top Of Business Edição Nacional/Internacional em sua 16 edição no próximo dia 08 de Agosto de 2014, às 21:00 horas em Cerimônia social, no Tivoli São Paulo Mofarrej, no bairro Jardins, na cidade de São Paulo. Estarão presentes autoridades brasileiras,personalidades, celebridades, empresários  além de veículos de comunicação que estarão dando cobertura à grande noite. A Revista Top of Business estará publicando matéria sobre a empresa RD Consultoria em sua edição especial.
Esta é uma homenagem da Revista Top Of Business às empresas brasileiras que contribuem para o desenvolvimento do país. Este reconhecimento, merecido e até esperado pelas empresas e profissionais, deve-se à constante luta para permanecer no mercado tão competitivo, seja no segmento comercial, industrial, de prestação de serviços, profissionais liberais, inclusive, jornalístico.
Atenta ao que ocorre no mundo business, a Diretoria da Revista Top of Business seleciona os homenageados seguindo os seguintes critérios: participação em feiras nacionais e internacionais, congressos,eventos,exposições, mostras, desenvolvimento de projetos,produtos,soluções inovadoras, tradição no mercado , prêmios recebidos, responsabilidade social e ambiental, certificados de qualidades adquiridos no decorrer de sua existência, entre outros.
Local e data da Cerimônia:
Local: Tivoli São Paulo Mofarrej  -  Alameda Santos, 1437 – Jardins – São Paulo
Data: 08 de Agosto de 2014 – sexta-feira
Horário: 21:00 horas   Traje: Social
Contato do Hotel Tivoli: 11. 3146.5900
Entre em contato para obter maiores informações sobre a Cerimônia, assim como a revista on-line.
Site da empresa:   www.montrealeventos.com.br
Aguardamos contato para o envio de convites e publicação da matéria naedição especial da Revista Top of Business, assim como forma de pagamento dos mesmos.
Lembramos que a data limite para a confirmação da presença será até o dia 11 de Junho de 2014, com o Sr. Rafael Mânica pelo fone: (51) 3317.8000
Parabéns e desde já, contamos com a sua presença.
Att,
Rafael Mânica -  Revista Top Of Business 
Fone: (51) 3317.8000 / Nextel: 959*3560 / Skype: rafaelmanica
E-mail:  rafael@montrealeventos.com.br  /   Porto Alegre/RS

RD é indicada a prêmio inédito para o Brasil

por Ronaldo José Damaceno às 08:36 


É com muito orgulho e honraria que recebemos a carta da INUQ -INTERCONTINETAL UNION FOR QUALITY, para retirar o prêmio ​"THE QUALITY AWARDS", que será realizado na Cidade Lima no Peru.
Seremos eternamente agradecidos as pessoas e empresas que nos indicaram, porém infelizmente, não teremos como participar deste evento tão importante, que engrandesse muito o cenário das consultorias brasileiras.

Ronaldo Damaceno
Gestor Executivo em Saúde
CRA-SP: 6-000074
ronaldodamaceno@rdconsultoria.com.br
(11) 3901-6734 

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Miami, 12 de Agosto de 2014.
Senhores:
RD CONSULTORIA
Atención:
RONALDO DAMACENO / BRUNA / GESTORA DE QUALIDADE
NO ESPECIFICADO
Prezados Senhores,
INTERCONTINETAL UNION FOR QUALITY – INUQ, por 6° ano consecutivo tem realizado pesquisas sobre as melhores empresas que lideram o mercado, no qual destaca  RD CONSULTORIA. , sendo escolhido para receber o mais ambicionado reconhecimento internacional "THE QUALITY AWARDS", teremos como sede a Cidade De Lima no Peru, este encontro se levara a cabo o 14 de Novembro nos luxuosos salões do Melia Hotel Lima.
Iniciaremos com o TOTAL QUALITY CONVENTION, comemoração que ano a ano enriquece aos Associados da INUQ e convidados com seus Palestrantes de Alto Impacto em Temas atuais de Qualidade Total Empresarial: RSE, Sustentabilidade, Gerencia Verde, Coaching Motivacional, entre outros. Teremos exibição de amostras de produtos e/o serviços a través do nosso conhecido SHOW ROOM – SALA DE EXHIBIÇOES.Fechando o encontro com a Cerimônia de Gala entrega do "THE QUALITY AWARDS".
INUQ é uma organização internacional, que desde há 07 anos vem trabalhando arduamente pela Qualidade Total e o Compromisso pela Responsabilidade Social Empresarial; procura reunir a maior quantidade de líderes a nível mundial a fim de reconhecer seu labor, liderança e compromisso, até a data são mais de 3000.00 os associados nesta sua organização no mundo.
O convidamos a receber este magno reconhecimento, este próximo mês de Agosto e assim destacar a sua representada como ao seu equipe humano, que fazem possível este logro, ao tornar-se Associado da INUQ,sua empresa obterá importantes benefícios, os mesmos que lhe anexo a este e-mail.
Para confirmar sua participação não duvide em se contatar comigo ao e-mail directoria@inuq.org ou a través da nossa Central Tel.: 1 305 433 6163, com grande satisfação o atenderemos.
Atenciosamente,
Lic. Christine Gózar
Vice President
Intercontinental Union for Quality
Phone: 1 305 433 6163

sábado, 18 de maio de 2013

RD Consultoria recebe Prêmio Empresa Brasileira do Ano 2013.


Em 17 de maio de 2013 aconteceu em Brasília, no Centro de Eventos e Treinamentos da CNTC, situada na avenida W5 Sul SGAS Quadra 902 - Bloco C, um dos eventos mais importantes da categoria de reconhecimento de empresas nacionais, o Brazil Quality Summit 2013, no programa 40 + 10 Acciones, organizado pelo Latin American Quality Institute (LAQI).

Esta foi a VII edição desta convenção empresarial que reuniu mais de 50 empresas, cada uma, de um seguimento específico para assistirem à palestras do Professor Ribeiro Souza, sobre Pessoas criam a Qualidade, Denise Hamú de La Penha, que abordou o tema de Qualidade Ambiental e as novas formas de comprometer-se, além da palestra do Maurício Louzada, com o tema Benchmarking e as melhores práticas. Todas as palestras foram seguidas de mesa redonda de discussão de casos e apresentação de trabalhos. Não obstante, Dr Daniel Maximillian da Costa entregou às empresas participantes o Prêmio Empresa Brasileira do Ano de 2013, onde a RD Consultoria, teve a honra e a satisfação em receber.

O evento foi rico em organização e dinamismo, servindo como divulgação das empresas participantes, pois à cada trabalho, aconteciam trocas de experiências, além de oportunidades de negócios. Deve-se ainda comentar sobre a oportunidade de alinhar estratégias e viabilizar parcerias futuras.

Ronaldo Damaceno (foto abaixo), acompanhado de sua filha Tayna Wasoncellos Damaceno (foto acima), tiveram a honra de representar o quadro de consultores e colaboradores da RD Consultoria, que hoje passa de 15 pessoas, bem como, falar da importância deste tipo de evento para o atual cenário em que encontra o Brasil.
 
“Com a atual globalização da economia, o Brasil precisa como nunca atualizar os modelos de gestão, para isto, é imprescindível que gestores e empreendedores troquem experiências com diversos seguimentos de mercado, para que juntos possam encontrar soluções capazes de tornarem-se fortes e competitivos nos processos de gestão organizacional.

A saúde não é diferente disto. Seus gestores não podem contentar-se apenas em fazer ajustes por conta de requisitos normativos ou legislativos, é preciso ousadia, trabalhar os talentos humanos e isto só será possível, envolvendo-os em tarefas que tragam resultados tangíveis, para obter deles, o comprometimento e motivação.

A RD Consultoria entende que tem responsabilidade de criar um novo pacto de gestão para a saúde, uma vez que hoje representa 15% dos processos acreditados no País. Investimento em educação continuada é uma das melhores maneiras de aprimorar processos, pois uma vez que gestores e líderes aprendem, processos são revisados ou até mesmo, estabelecidos, de maneira a permitir a busca pela satisfação dos clientes, que nada mais é que uma necessidade no atual mercado competitivo. Atualmente temos uma equipe multidisciplinar, parte contratado e parte parceiros homologados, que foram fundamentais na conquista deste prêmio.

Aproveito para agradecer a toda minha família, que de certa forma cederam seu tempo e espaço para que eu pudesse estudar e desenvolver protocolos e parcerias, bem como aos nossos clientes que confiaram seus problemas, para que pudéssemos desenvolver soluções simples e personalizadas, de acordo com a realidade da organização, seja pelo porte, recursos disponíveis ou quadro de colaboradores. Sem este tripé, colaboradores da RD Consultoria, Protocolos e Clientes, não teríamos êxito”.

Assista ao vídeo em que Ronaldo agradece o prêmio recebido: http://www.youtube.com/watch?v=KeVEsHmhg4w

Com esta fala, parabenizamos a toda equipe da RD Consultoria e agradecemos ao LAQI pela confiança depositada, pois isto renova, bem como exige novos investimentos e esforços para se manter ou aprimorar o que for possível para novas conquistas.



São Paulo, 18 de maio de 2013
RD News – RD Quality (RD Consultoria)




terça-feira, 16 de abril de 2013

Diferença entre IAC - Instituição Acreditadora Credenciada e Assessoria/Consultoria


Algumas empresas nos ligam para sanar dúvidas ou tirar informações sobre os requisitos do Manual de Acreditação ONA – Organização Nacional de Acreditação, devido a sua grande subjetividade e aproveitamos para perguntar se a empresa possui contrato com alguma consultoria, a resposta tradicional nos últimos anos é: contratamos uma IAC – Instituição Acreditadora Credenciada para realizar o Diagnóstico Organizacional e eles junto com o relatório orientaram para que não contratássemos uma Consultoria, pois bastava fechar os cursos de gestão de processos, gestão de riscos, gestão de indicadores, formação de avaliadores internos, ferramentas da qualidade e mais duas visitas técnicas, que eles dariam suporte por telefone. Bem, isto nada mais é que uma consultoria disfarçada e contraria o que determina a NO – Normas Orientadoras, de número 1, que trata das Diretrizes do Sistema Brasileiro de Acreditação, de 03/12/2012, item 8.2.3 que diz:

8.2.3 Atribuições Vedadas

8.2.3.1 Consultoria/Assessoria
  • É vedada a Instituição Acreditadora Credenciada o exercício da atividade de consultoria/assessoria.
  • A atividade de consultoria/assessoria é definida como participação ativa e criativa no desenvolvimento do sistema de assistência, gestão e qualidade da organização, serviço ou programa de saúde, com base em conhecimentos especializados. Por exemplo:
a) Preparação ou produção de manuais, protocolos ou procedimentos operacionais;
b) Participação na tomada de decisão relativa aos processos assistenciais, organizacionais e aos sistemas gerencias da organização;
c) Aconselhamento especializado para o desenvolvimento e implementação dos sistemas assistenciais, de gestão e qualidade, voltados para uma eventual certificação.

Quando o curso da IAC é aberto para outras empresas, fora da organização contratante, entendemos ser atividade normal, mas quando o treinamento é in company, com ferramentas sugeridas pela IAC e com acompanhamento por telefone, ai não vejo outro nome que não seja Consultoria e Assessoria.

Veja o que determina esta mesma NO sobre Treinamentos e Educação:

8.2.2 Outras Atribuições e Competências

8.2.2.1 Palestras ou Conferências de Sensibilização

a) Atividade educativa, voltada para a divulgação do processo de certificação ou do Sistema Brasileiro de Acreditação, organizada para público em geral ou especializado.

b) As Instituições Acreditadora podem desenvolver atividade para uma organização em particular (atividade in company), desde que esta não venha a ser caracterizada com atividades de consultoria/assessoria.

Entendo que os modelos descritos acima que vem sendo oferecidos, com ferramentas próprias das IAC, nada mais é de que consultoria disfarçada.

Para evidenciar a prática do que estou falando, basta acessar YouTube, facebook, ou vasculhar os sites institucionais da organização em preparação para acreditação e até mesmo, das acreditadas, que vocês encontraram depoimentos de diretores de IACs falando abertamente dos treinamentos e do trabalho realizado com a equipe da empresa contratante.

A pergunta que não quer calar, isto é transparência? É correto uma organização que validará um sistema de gestão da qualidade interferir desta maneira nas decisões das empresas?

O mais interessante é que as empresas ficam amarradas com está IAC com risco de ficar um ano em janela, se resolver reclamar desta prática e pedir para trocar de avaliadora. A NO 9 que determina as regras para Avaliação para Recertificação, no item 6.1 Solicitação, letra “c”, diz: a troca de Instituição Acreditadora Credenciada é permitida a partir dos 60 dias que antecedem o vencimento da certificação atual, ou seja, durante o tempo de vigência do certificado, a empresa terá que aceitar e conviver com está prática, gostando ou não.

Não obstante, algumas empresas, são penalizadas por não serem reconhecidas nos serviços que oferecem, ficando estagnadas no nível de origem, outras, ficam mais de 3 anos por conta da preparação, com justificativas chulas de que ainda não atingiram a maturidade do SGQ.

Julgo está prática abusiva e confesso que me aborreço muito ao saber que isto acontece todos os dias. Lutamos como nunca por um processo transparente e que representasse a melhoria da qualidade nas empresas, porém algumas IAC, vem deturpando, por pura ganância e de maneira desleal a convivência harmoniosa entre Consultoria e IAC.

Atuamos há mais de 22 anos e confesso que nos últimos 3, isto vem acontecendo a luz do dia, todo mês de maneira sistêmica e não vejo ninguém fazer nada. É Vergonhoso para um País que pretende moralizar a gestão, deixar que isto continue ocorrendo.

Não pensem que estou defendendo apenas a minha parte, pois mais uma vez será enganado.  Estou sim defendendo a transparência a moral de um Sistema que veio para melhorar as práticas de gestão das empresas e do País, lutando por justiça e pela sobrevivência de várias consultorias existentes no País, que como eu, paga impostos, busca atualização das normas, gasta fortunas se preparando, com objetivo de contribuir com a melhoria contínua dos Sistemas de Gestão.

Espero ter conseguido alertar aos compradores de serviços para o risco que correm ao aceitarem este tipo de prática, que além de dubio, deixa sérias dúvidas da capacidade da conquista do certificado.


Ronaldo Damaceno
Gestor Executivo em Saúde
CRA-SP: 6-000074
ronaldodamaceno@rdconsultoria.com.br
(11) 3901-6734 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Gestão da Qualidade na Saúde



Na última década, o movimento pela qualidade, introduzido nos setores industrial e de serviços, expandiu-se para o setor de saúde. As teorias básicas de controle e melhoria de qualidade, formuladas por Joseph Juran e W. Edwards Deming, bem como as abordagens abrangentes de gerenciamento pela qualidade da Gestão pela Qualidade Total (TQM, sigla em inglês) e
Melhoria Contínua da Qualidade (CQI, sigla em inglês) estão ganhando espaço no funcionamento cotidiano de instituições de saúde em todo o mundo. A maioria dos gestores e formuladores de políticas na área da saúde vêem agora como imperativa a avaliação e o controle de qualidade, bem como as atividades de melhoria de desempenho. Existem divergências, entretanto, quanto ao método de avaliação da qualidade a ser utilizado, por conta dos diferentes interesses envolvidos: os da própria instituição de saúde, os dos órgãos reguladores/ normalizadores e os das companhias de seguros-saúde que pagam ou compram os serviços prestados. Além disso, existe uma expectativa crescente de que a comunidade, como um todo, e especialmente os pacientes devem ter acesso a informações de qualidade, para ajudá-los a escolher os serviços de saúde e os médicos para lhes prestarem atendimento.

A reforma da saúde e o movimento da qualidade

Vários países estão tentando gerir eficientemente o excesso de oferta e controlá-lo quanto ao custo total. Espera-se que isso possa ser feito sem redução na acessibilidade e na qualidade dos serviços de saúde. Novos mecanismos de pagamento estão sendo elaborados para introduzir maior eficiência na produção dos serviços e, consequentemente, reduzir os custos.

Por exemplo, sistemas centralizados que anteriormente financiavam todos os gastos com o funcionamento e prestação de serviços à população estão  implementando controles nos gastos por meio da introdução de mecanismos de pagamento vinculados aos diagnósticos, de seguro-saúde pago pelo empregador e dos seguros de saúde privados. Os sistemas centralizados também estão verificando que a eficiência observada nos serviços organizados em redes integradas é bem promissora. A privatização, normalmente voltada para atividades industriais, foi introduzida no setor de saúde, tanto na prática liberal quanto na propriedade privada de serviços de saúde.

Há também países onde os serviços de saúde estão sendo consolidados em grandes corporações, cujas ações são negociadas na Bolsa.

Também evidente em todo o mundo é o movimento para priorizar a prestação de serviços em ambulatórios e em clínicas localizadas na comunidade, pois são menos onerosos. A introdução do home care (cuidados domiciliares), dos serviços para pacientes crônicos (long-term care/hospice care) é uma resposta à necessidade de se utilizar as unidades de cuidados intensos de maneira mais eficiente, de reduzir o tempo de permanência e assim aumentar a produtividade dos leitos e serviços.


Em países desenvolvidos, como nos países em desenvolvimento, o expressivo custo dos serviços com grande frequência leva questões dessa área a serem incluídas na agenda legislativa e de regulamentação. As abordagens legislativas e normalizadora são tipicamente fragmentadas e resultam em mudanças que podem ou não resultar em melhorias. Raramente um país tem a oportunidade de reformar o seu sistema de saúde.

Assim, são comuns as mudanças graduais, frequentemente introduzidas ou obtidas por meio do microgerenciamento de elementos parciais do sistema. Este tipo de mudança é acompanhada de uma grande expectativa de que serão alcançadas melhorias no acesso aos serviços de saúde, maior eficiência na prestação de serviços e, em última instância, melhoria na saúde e bem-estar da população.

Pacientes, em geral, não têm informação suficiente para escolher efetivamente entre mudanças repetidas. À medida que informações de todos os tipos se ornam mais acessíveis, a expectativa é de que isto também ocorra para as informações na área da saúde. São necessárias informações que ajudem os indivíduos a identificar os serviços e os profissionais que atendem a certas expectativas de “qualidade.” Essas expectativas podem estar relacionadas à infraestrutura (“Onde existe um serviço com aparelho de raios X?”),  processos de cuidados (“Qual o tempo de espera para ser atendido na clínica ou na Emergência?”) e resultados dos cuidados (“Será que o meu filho vai ficar bom?”). Informações objetivas que podem responder a essas indagações geralmente não estão disponíveis ao público e com frequência também não estão disponíveis sequer à unidade de saúde, profissionais de saúde e agências reguladoras.

O interesse crescente na avaliação da qualidade de serviços de saúde

Esse conjunto de fatores propiciou um clima no qual os responsáveis pela tomada de decisões, em todos os níveis, buscam dados objetivos de avaliação da qualidade sobre as instituições de saúde. O licenciamento, a acreditação e a certificação são abordagens de avaliação da qualidade existentes para atender às necessidades de informação sobre qualidade e desempenho.

Essas abordagens têm diferentes propósitos e diferentes capacidades. Escolher a abordagem indicada ou uma combinação delas exige uma análise cuidadosa das necessidades e das expectativas de quem procura as informações. Isto é válido tanto para um único hospital buscando acreditação quanto para um Ministério da Saúde que deseje estabelecer padrões mínimos de qualidade para licenciar unidades rurais de planejamento familiar.

Uma das primeiras etapas ao se estabelecer um sistema de avaliação de qualidade é determinar as necessidades que ele tem de atender para que se elabore ou se escolha o sistema mais eficiente possível. Como a avaliação da qualidade não é planejada para incluir todas as diferentes necessidades encontradas na maioria dos sistemas de saúde é fundamental que as limitações
do sistema sejam claramente identificadas, assim como as suas capacidades. Por exemplo, as exigências para licenciamento não incluem a avaliação da capacidade do serviço para iniciar e manter um programa de melhoria de desempenho; entretanto, as exigências para acreditação costumam identificar essa capacidade. Da mesma forma, apesar de os padrões da ISO 9000 abordarem o sistema de gestão de qualidade de uma instituição, o seu enfoque concentra-se mais no controle do processo e nas especificações do desenho do produto e menos na avaliação dos resultados; ao passo que este último é inerente a um sistema de acreditação. ISO são as iniciais de International Organization of Standardization (“Organização Internacional de Padronização”), uma federação não-governamental de órgãos nacionais de padronização de mais de 90 países, com sede em Genebra. Apesar de poder haver divergências de abordagens, na realidade os sistemas de avaliação para licenciamento, certificação e acreditação podem ter muitos elementos comuns.

Acreditação

A acreditação é normalmente um programa voluntário, patrocinado por uma organização nãogovernamental, no qual colegas treinados externamente avaliam a conformidade da instituição de saúde com padrões de desempenho preestabelecidos. A acreditação abrange a capacidade ou desempenho da instituição, não do profissional individual. Ao contrário do licenciamento, a acreditação enfoca estratégias contínuas de melhoria e alcance de padrões ótimos de qualidade e não apenas a conformidade a padrões mínimos destinados a para garantir a segurança pública.

Os padrões de acreditação são, via de regra, desenvolvidos por um consenso de especialistas em saúde, publicados, analisados e revistos periodicamente para ficarem atualizados com o progresso na área da qualidade de serviços de saúde, avanços tecnológicos e terapêuticos e mudanças na política de saúde. Dependendo do escopo e da filosofia do modelo específico de acreditação escolhido, os seus padrões podem comportar-se como um sistema, organizando-se em torno de funções e processos-chave centrados tanto no paciente quanto na instituição (por exemplo, avaliação do paciente, controle de infecções, garantia de qualidade e gerenciamento de informações.) alternativamente, os padrões podem ser agrupados por departamentos ou serviços dentro de uma instituição de saúde, como serviços de enfermagem, farmácia e radiologia.

Os principais objetivos da acreditação são:

- Melhorar a qualidade dos cuidados da saúde estabelecendo metas ótimas a serem atingidas ao se alcançar os padrões para organizações de saúde;
- Estimular e melhorar a integração e o gerenciamento dos serviços de saúde;
- Estabelecer um banco de dados comparativos de instituições de saúde;
- Reduzir os custos dos cuidados da saúde enfocando ou aumentando a eficiência e efetividade dos serviços;
- Oferecer educação e consultoria a instituições de saúde, gerentes e profissionais de saúde sobre estratégias de melhoria de qualidade e “melhores práticas” na área da saúde;
- Fortalecer a confiança do público na qualidade dos cuidados à saúde; e
- Reduzir os riscos associados a lesões e infecções em pacientes e membros do quadro de pessoal.

Para que se tome uma decisão de acreditação quanto à capacidade de uma instituição de saúde de atender padrões de desempenho publicados, uma equipe especializada na matéria ou avaliadores treinados fazem uma avaliação in loco em intervalos predeterminados, geralmente a cada dois ou três anos. Dependendo do planejamento e das normas do programa de acreditação,

Essas avaliações ou levantamentos in loco podem ser realizados notificando-se ou não antecipadamente a instituição. Existem vantagens e desvantagens em ambas as abordagens. Quando se comunicam à instituição de saúde as datas do levantamento, ela pode tomar medidas para que os gerentes-chave e membros do quadro de pessoal estejam presentes e disponíveis para participar do processo, promovendo assim oportunidades ótimas para consultas e educação com a equipe de avaliadores. Por outro lado, quando a instituição sabe as datas exatas em que o levantamento será feito, pode haver uma tendência da instituição em investir em um esforço de último minuto para “parecer bem” perante os avaliadores, como uma limpeza especial das instalações, dificultando à equipe de avaliadores determinar as práticas e o funcionamento habitual.

Independente da abordagem que se use ao se agendar uma avaliação in loco, uma equipe de avaliadores bem treinada e detalhista examinará além da superfície aparente para determinar se essa instituição de saúde atende a uma ampla série de padrões organizacionais e voltados a cuidados prestados aos pacientes.

Os avaliadores geralmente empregam uma variedade de estratégias de avaliação para determinar se a instituição de saúde atende a padrões relativos a sistemas e funções-chave, como cuidados a pacientes, controle de infecções, gerenciamento de ambiente, gerenciamento de recursos humanos e garantia de qualidade. Por exemplo, a equipe de levantamento pode analisar documentos escritos (como planos operacionais e orçamentários, normas e procedimentos para condutas clínicas, procedimentos operacionais padronizados para a realização de certos exames laboratoriais). Além de uma análise dos documentos, os avaliadores costumam entrevistar os dirigentes da instituição, médicos, funcionários e pacientes para determinar o desempenho e a conformidade da instituição com os padrões. Por exemplo, um avaliador pode querer entrevistar um paciente sobre o seu nível de satisfação com os cuidados prestados pela instituição, bem como pedir um retorno ao paciente sobre como a instituição poderia melhorar os seus serviços ou a prestação de cuidados. Os dirigentes, incluindo membros da direção e da administração da instituição, podem ser entrevistados sobre os processos empregados pela instituição e como são projetados para atender a padrões de planejamento, orçamento, atividades de garantia da qualidade e gerenciamento de recursos humanos. Os médicos podem ser entrevistados sobre processos de assistência a pacientes (por exemplo, avaliação de pacientes, uso de medicação, exames diagnósticos).

Os avaliadores da agência de acreditação normalmente visitam o prédio da instituição e as áreas de assistência, para avaliar os padrões relacionados com aspectos gerais de segurança do prédio, gerenciamento do lixo, limpeza em manutenção em geral, gerenciamento de equipamentos e suprimentos, controle de infecções, segurança contra incêndio e preparação para emergências. Serviços diagnósticos, como o departamento de radiologia e o laboratório, são também avaliados quanto à segurança, eficácia, controle de qualidade e gerenciamento de equipamentos.

Serviços de apoio, como nutrição, farmácia e reabilitação são também áreas incluídas no levantamento para acreditação de um hospital ou centro de saúde.


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