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domingo, 5 de junho de 2016

Revista on line Gestão em Saúde da RD Consultoria

Pensando nos clientes e usuários dos serviços on line da RD Consultoria, o sócio diretor Ronaldo Damaceno, resolveu compartilhar os artigos, memes e notícias que ele lê diariamente para atualização, com objetivo de contribuir de aqueles que pretendem se aventurar por esse caminho. Agora todo esse material ficará agrupado na Coleção: Gestão em Saúde RD​.
Espero que gostem e compartilhe com seus pares.

sábado, 8 de agosto de 2015

Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos. Altera a Resolução - RDC n.º 302

Autor: Ronaldo Damaceno 

Entendo que mudanças são necessárias para melhorar a segurança e a confiabilidade das informações disponibilizadas eletronicamente, porém, com a atual crise em que o país atravessa, realmente esta medida poderia ter ficado para outro momento. Digo isto, pois entendo que a maior parte dos LIS - Sistemas de Informações Laboratoriais, até mesmos os RIS, não estão prontos para este tipo de alteração em que as empresas estão sendo submetidas a fazerem.

Quando é que as pessoas responsáveis em criar as legislações, farão estudos de base para evitar medidas tão fora da conjuntura atual. As vezes parece mais um pacote para vender certificados digitais, vender soluções e inviabilizar as pequenas e médias empresas, que lutam diariamente para sobreviverem.

Os nossos governantes estão cada vez mais aplicados a favorecerem as grandes corporações, criando cada vez mais dificuldades para aqueles que representam mais de 40% dos empregados, que realmente movimentam a economia brasileira. 

Quero salientar, que concordo com a medida, minha indignação é com o prazo e com a falta de sensibilidade daqueles que possuem o poder para deliberar medidas como esta.

Abaixo, segue o resumo da portaria para que nossos clientes fiquem atentos e passem a cobrar de seus parceiros, soluções para atender mais este abuso de poder.

Resolução nº 30 de 24/07/2015 / ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(D.O.U. 27/07/2015)
Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos.
Altera a Resolução - RDC n.º 302, de 13 de outubro de 2005, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos.
RESOLUÇÃO - RDC Nº 30, DE 24 DE JULHO DE 2015
A Diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e IV, do art. 15 da Lei n.º 9.782, de 26 de janeiro de 1999, o inciso V, e os §§ 1° e 3º do art. 58 do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Resolucão da Diretoria Colegiada - RDC n° 29, de 21 de julho de 2015, publicada no D. O. U. de 23 de julho de 2015, tendo em vista o disposto nos incisos III do art. 2º, III e IV, do art. 7º da Lei n.º 9.782, de 1999, e o Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação da Agência, instituído por meio da Portaria nº 422, de 16 de abril de 2008, em Reunião Ordinária n.º 13/2015, realizada em 16 de julho de 2015, adota a seguinte Resolução da Diretoria Colegiada e eu, Diretor - Presidente determino a sua publicação:
Art. 1º O item 6.3.2 da RDC n.º 302, de 13 de outubro de 2005, passa a vigorar com a seguinte redação:
"6.3.2................................
6.3.2.1 O laboratório clínico e o posto de coleta laboratorial devem garantir a autenticidade e a integridade do laudo emitido, para tanto a assinatura do profissional que o liberou deve ser manuscrita ou em formato digital, com utilização de processo de certificação na forma disciplinada pelaMedida Provisória n.º 2.200-2/2001." (NR)
Art. 2º O laboratório clínico e o posto de coleta laboratorial têm o prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados a partir da data de publicação desta Resolução, para promover as adequações necessárias.
JARBAS BARBOSA DA SILVA JR.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Planejamento Estratégico para garantir a sustentabilidade da organização

No ano passado, em maio de 2013, a RD Consultoria recebeu um dos seus maiores prêmios, da Latin American Quality Institute (LAQI) e antes da festa de homenagem e entrega do prêmio, participamos de um congresso sobre Gestão da Qualidade nas Empresas Brasileiras, onde especialistas da áreas de logística, infraestrutura, serviços e indústria, apresentaram os problemas que teríamos em 2014.

Na hora, confesso que estava querendo pegar o prêmio e sair para comemorar com meus colaboradores e familiares. Mas o assunto era interessante, fazia com que meus ouvidos escutassem, tomando nota das principais dificuldades apontas pelos especialistas. O momento era especial, pois em meio a felicidade de ser homenageado junto com tantas personalidades, ouvia especialistas dizerem, que era preciso planejar, se quiséssemos superar a possível crise que estava por.

E foi assim, por mais de 8 horas, lutei com o sentimento da felicidade e a do medo. Os especialistas apontavam que o País não investia corretamente nas pequenas e médias empresas. Que os recursos naturais estavam se esgotando e ninguém estava fazendo nada, incluindo a água. Diziam ainda, que o transporte e a logística, dificultava o investimento de empresas internacionais, pois o custo era alto e continua sendo até hoje, além de não haver segurança adequada para este transporte. Sinalizavam com dados incríveis, de que a educação estava na contramão do que as empresas mais importantes buscam no mercado, alegando uma defasagem significativa na mão de obra técnica. Não obstante, alertavam que, em 2014, devido ao carnaval, copa do mundo e a eleição, o país enfrentaria um certo tipo de estagnação nos negócios, com possível volta da inflação e recessão.

Entre um café e outro, o assunto era de indignação. Não acreditávamos no que estávamos ouvindo, pois a mídia brasileira não falava nada, nem de longe os noticiários apontavam para este tipo de situação. O Governo também não falava nada. muito pelo contrário, alegava que com o evento da Copa do Mundo, traríamos mais investimento e que sairíamos fortalecidos.

Minha alegria já não era o suficiente para vencer o medo e a incerteza tomou conta dos meus pensamentos. As anotações que fiz começavam a fazer sentido e a vontade era de divulgar tudo aquilo para todos os meus clientes e amigos. Ficava me perguntando no pensamento, como que dados tão relevantes e importantes não eram divulgados pela mídia? Como alguém pode saber tanto e guardar segredo ou deixar de contribuir com a sociedade?

Sai do evento e comecei a ligar e passar e-mail para os meus contatos, procurando alertá-los, porém poucos acreditavam nas minhas afirmações. Quando percebi que o assunto não tinha credibilidade para as pessoas, resolvi fazer um pequeno planejamento estratégico. Confesso, que também tinha dúvidas e ainda me questionava bastante. Hoje, faltando menos de 90 dias para acabar o ano, percebo o quanto estes dados foram importantes para mim e para minha empresa. Percebo ainda, o quanto alguns clientes meus, foram felizes em aceitar as minhas sugestões e quanto contribui para com o resultado deles neste ano. Como dizia minha querida avó, em terra de cego, quem tem um olho é rei.

Não tenho mais nenhuma dúvida, eles acertaram em cada item apresentado, lógico que algumas coias foram bem aterrorizadoras, mas na grande maioria, acertaram mesmo. A Copa do Mundo, não só atrapalhou os negócios, como paralisou co crescimento do País. As indústrias e serviços multinacionais, que são muito bem informadas, com dados bem adiantados,  anteciparam sua produção, deram férias coletivas para seus funcionários e passaram a esperar os acontecimentos. Do outro lado, escândalos de desvios e corrupção, mostrava que a bagunça prevista pelos especialistas, era ficha e que teríamos mais dificuldades do que imaginávamos. Com a chegada das eleições, os números foram piorando e o bicho ficou muito maior do que imaginei e planejei.

A chuva não vinha, na verdade, não chegou até agora nas regiões Centro, Centro-oeste e Sudeste, trazendo a maior seca que já passamos. O transporte e a logística ficaram mais caros e as famosas obras, que ajudariam a melhor, paradas.

Em meus 47 anos de vida, acho que nunca vive tamanha bagunça política e com tão baixo crescimento. Os negócios praticamente foram paralisados. A grande maioria das empresas brasileiras, amargaram prejuízos. Em todo lugar que eu vou, Santa Catarina, Porto Alegre, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, o assunto é o mesmo. Hospitais fechando as portas, Clínicas sendo vendidas, Laboratórios reclamando dos altos valores de reagentes e de manutenção dos aparelhos. Sem contar com a quebradeira das Operadoras de Planos de Saúde, além do crédito que ficou mais difícil e mais caro. Atualmente as empresas estão lutando para manter o que fizeram de bom no passado, em fim, 2014 é um ano para ser esquecido e servir de base para um novo planejamento.

É por tudo isto, que a RD Consultoria defende junto a todos os seus clientes, a importância de se estabelecer um Planejamento Estratégico (de longo prazo), desdobrado em plano tático (de médio prazo) e operacional (de curto prazo), compartilhado com toda equipe de gestores, alinhado por indicadores operacionais de desempenho e de qualidade, para que possamos tomar medidas, além de mapas estratégicos bem desenhados para comprometer a equipe com os resultados a serem buscados.

Trabalhar a Gestão, não é tarefa fácil, veja os exemplos que temos na Presidência da República, na Petrobras, dentre outras. É preciso negociar, ter propósitos, compartilhar tarefas e resultados, medir e analisar criticamente os resultados a cada ciclo, além de rever o norte com base na análise SWOT.

Os brasileiros estão aprendendo esta lição as duras penas, tendo que amargar com prejuízos e perda de clientes. Como sempre, estamos atrasados e buscando soluções imediatistas, copiando os desenhos e modelos externos, sem saber se o caminho levará para o resultado desejado. O pior é que alguns fazem atalhos, arriscando ainda mais o planejamento.

Acredito que levaremos um tempo para a tão sonhada estabilidade, se é que ela existe para países emergentes. A consultoria tem um papel determinante nisto, pois é ela que deve apontar a falha e mostrar o caminho, preparar o terreno, ajudar na plantação das melhores sementes, além de ajudar na reflexão das escolhas.

É isto que defendemos como sócios da RD Consultoria. Nossa missão deve ser de interagir todas as ferramentas possíveis e que esteja ao nosso alcance, para ajudar o cliente na busca de melhorias. É impossível oferecer consultoria para uma implantação de SGQ - Sistema de Gestão da Qualidade e deixar de lado, os aspectos estratégicos, financeiros, comerciais e de licenciamento empresarial.

Estamos perto de completar 22 anos, já passamos por mais de 8 crises por conjuntura externa e 4 por conjunturas internas, onde aprendemos a cada tropeço. Cada tropeço serviu para aprimoramos um pouco mais aquilo que já funcionava. E neste momento não será diferente. Aprendemos muito em 2014, fizemos escolhas erradas, mas a maioria, foram assertivas. Revisamos 80% dos nossos processos de Assessoria, Treinamento e Auditoria, para que possamos ser mais efetivos em nossas consultorias. Alinhamos ainda mais nossas unidades de negócios, com objetivo de interagir com os clientes. Renovaremos a nossa fé em 2015, onde estaremos mais fortes para enfrenta os novos desafios, com novas tecnologias e novos processos de gestão.

Em breve, apresentaremos nossas novidades em tecnologia, nossos aprimoramentos para melhorar nossa comunicação com o mercado, nossos novos treinamentos, nossas novas parcerias, incluindo com outros países, como Angola e Chile, outros estados, como BH, Santa Catarina, Alagoas e Mato Grosso. Cabe dizer que nossa nova metodologia de gestão também está sendo aprimorada, com discussão de cases de sucesso para uma mudança completa de implementação de Gestão. A RD Consultoria com certeza, será uma ótima escolha para pequenas, médias e até grandes empresas, não tenho dúvida em afirmar isto.

Até a próxima, com novidades destas medidas.


Ronaldo Damaceno
Gestor Executivo em Saúde
CRA-SP: 6-000074
ronaldodamaceno@rdconsultoria.com.br
(11) 3901-6734 


terça-feira, 29 de março de 2011

Programa exporta conhecimento e boas práticas na área da saúde

Os programas de ensino que o Hospital Sírio-Libanês (HSL) mantém junto a profissionais de saúde
pública no Brasil, por meio de projetos em parceria com o Ministério da Saúde, e para o
desenvolvimento da medicina na América Latina, ganharão uma nova frente. A instituição brasileira
recebeu uma delegação do Al-Assad University Hospital, de Damasco (Síria), para um estágio inicial de
três semanas na área de transplante de fígado.

A vinda da equipe síria, formada por quatro cirurgiões, um anestesiologista e uma enfermeira, é a
primeira etapa de um programa que tem duração prevista de um ano. O objetivo é formar um primeiro
grupo de profissionais aptos a realizar transplantes de fígado intervivos e, posteriormente, replicar o
conhecimento entre seus pares nos países árabes.

O programa teve início em julho do ano passado, por ocasião da visita, promovida pela Câmara de
Comércio Árabe-Brasileira, do presidente da Síria ao Hospital Sírio-Libanês. No mês de outubro de 2010,
o superintendente de Estratégia Corporativa da instituição brasileira, Dr. Paulo Chapchap, viajou à Síria
acompanhado pelo cirurgião Riad Younes. Na ocasião, visitaram o hospital universitário de Damasco
para conhecer a infraestrutura da instituição que, bem equipada, buscava o aprimoramento dos seus
profissionais.

As negociações evoluíram a partir de uma parceria com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. A
entidade foi a responsável pela elaboração, junto ao Hospital Sírio-Libanês e ao Itamaraty – por meio da
Agência Brasileira de Cooperação – de um planejamento de longo prazo para promover o intercâmbio
médico entre aquelas nações e o Brasil.

"As iniciativas direcionadas para o mundo árabe estão em linha com outras ações internacionais que
temos em andamento no Paraguai, com o treinamento de médicos, enfermeiras e farmacêuticas da área
de oncologia, além de uma missão humanitária de médicos e enfermeiros no Haiti", explica o
Superintendente de Estratégia Corporativa do Hospital Sírio-Libanês, Dr. Paulo Chapchap.

"Cumprindo nosso papel de aproximação do Brasil com os países árabes, a Câmara Árabe identificou
neste projeto uma oportunidade para a abertura de um canal direto de relacionamento entre instituições
de saúde dos dois países e transferência de conhecimento em um segmento em que o Brasil já é
referência", afirma Salim Taufic Schahin, presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

Segundo ele, a iniciativa terá um efeito multiplicador muito positivo. "Nos sentimos realizados com a
rapidez de implementação deste projeto de transplante de fígado intervivos na Síria e acreditamos que o
modelo poderá ser replicado em outros países árabes", afirma Schahin.
Investimentos

O programa com a Síria receberá investimentos da ordem de US$ 610 mil, divididos entre o Hospital
Sírio-Libanês, o governo Sírio, a Agência Brasileira de Cooperação e a Câmara de Comércio Árabe-
Brasileira. O valor compreende as seis etapas do treinamento, que também incluem o acompanhamento,
pela equipe brasileira, de cirurgias feitas na Síria, intercaladas por períodos de avaliação.

Outro projeto conjunto que está sendo desenvolvido pelo Hospital Sírio-Libanês na Síria é a criação de
um sistema de tratamento de pacientes com câncer, uma vez que a demanda por esse tipo de serviço
vem aumentando no país árabe.

"Nosso objetivo é transferir conhecimento e transformar as instituições de outros países em centros de
referência. Dessa forma, podem levar a medicina de excelência para outras nações e beneficiar cada
vez mais pacientes", afirma o Dr. Paulo.

Soluções de Qualidade em Saúde