terça-feira, 16 de abril de 2013

Diferença entre IAC - Instituição Acreditadora Credenciada e Assessoria/Consultoria


Algumas empresas nos ligam para sanar dúvidas ou tirar informações sobre os requisitos do Manual de Acreditação ONA – Organização Nacional de Acreditação, devido a sua grande subjetividade e aproveitamos para perguntar se a empresa possui contrato com alguma consultoria, a resposta tradicional nos últimos anos é: contratamos uma IAC – Instituição Acreditadora Credenciada para realizar o Diagnóstico Organizacional e eles junto com o relatório orientaram para que não contratássemos uma Consultoria, pois bastava fechar os cursos de gestão de processos, gestão de riscos, gestão de indicadores, formação de avaliadores internos, ferramentas da qualidade e mais duas visitas técnicas, que eles dariam suporte por telefone. Bem, isto nada mais é que uma consultoria disfarçada e contraria o que determina a NO – Normas Orientadoras, de número 1, que trata das Diretrizes do Sistema Brasileiro de Acreditação, de 03/12/2012, item 8.2.3 que diz:

8.2.3 Atribuições Vedadas

8.2.3.1 Consultoria/Assessoria
  • É vedada a Instituição Acreditadora Credenciada o exercício da atividade de consultoria/assessoria.
  • A atividade de consultoria/assessoria é definida como participação ativa e criativa no desenvolvimento do sistema de assistência, gestão e qualidade da organização, serviço ou programa de saúde, com base em conhecimentos especializados. Por exemplo:
a) Preparação ou produção de manuais, protocolos ou procedimentos operacionais;
b) Participação na tomada de decisão relativa aos processos assistenciais, organizacionais e aos sistemas gerencias da organização;
c) Aconselhamento especializado para o desenvolvimento e implementação dos sistemas assistenciais, de gestão e qualidade, voltados para uma eventual certificação.

Quando o curso da IAC é aberto para outras empresas, fora da organização contratante, entendemos ser atividade normal, mas quando o treinamento é in company, com ferramentas sugeridas pela IAC e com acompanhamento por telefone, ai não vejo outro nome que não seja Consultoria e Assessoria.

Veja o que determina esta mesma NO sobre Treinamentos e Educação:

8.2.2 Outras Atribuições e Competências

8.2.2.1 Palestras ou Conferências de Sensibilização

a) Atividade educativa, voltada para a divulgação do processo de certificação ou do Sistema Brasileiro de Acreditação, organizada para público em geral ou especializado.

b) As Instituições Acreditadora podem desenvolver atividade para uma organização em particular (atividade in company), desde que esta não venha a ser caracterizada com atividades de consultoria/assessoria.

Entendo que os modelos descritos acima que vem sendo oferecidos, com ferramentas próprias das IAC, nada mais é de que consultoria disfarçada.

Para evidenciar a prática do que estou falando, basta acessar YouTube, facebook, ou vasculhar os sites institucionais da organização em preparação para acreditação e até mesmo, das acreditadas, que vocês encontraram depoimentos de diretores de IACs falando abertamente dos treinamentos e do trabalho realizado com a equipe da empresa contratante.

A pergunta que não quer calar, isto é transparência? É correto uma organização que validará um sistema de gestão da qualidade interferir desta maneira nas decisões das empresas?

O mais interessante é que as empresas ficam amarradas com está IAC com risco de ficar um ano em janela, se resolver reclamar desta prática e pedir para trocar de avaliadora. A NO 9 que determina as regras para Avaliação para Recertificação, no item 6.1 Solicitação, letra “c”, diz: a troca de Instituição Acreditadora Credenciada é permitida a partir dos 60 dias que antecedem o vencimento da certificação atual, ou seja, durante o tempo de vigência do certificado, a empresa terá que aceitar e conviver com está prática, gostando ou não.

Não obstante, algumas empresas, são penalizadas por não serem reconhecidas nos serviços que oferecem, ficando estagnadas no nível de origem, outras, ficam mais de 3 anos por conta da preparação, com justificativas chulas de que ainda não atingiram a maturidade do SGQ.

Julgo está prática abusiva e confesso que me aborreço muito ao saber que isto acontece todos os dias. Lutamos como nunca por um processo transparente e que representasse a melhoria da qualidade nas empresas, porém algumas IAC, vem deturpando, por pura ganância e de maneira desleal a convivência harmoniosa entre Consultoria e IAC.

Atuamos há mais de 22 anos e confesso que nos últimos 3, isto vem acontecendo a luz do dia, todo mês de maneira sistêmica e não vejo ninguém fazer nada. É Vergonhoso para um País que pretende moralizar a gestão, deixar que isto continue ocorrendo.

Não pensem que estou defendendo apenas a minha parte, pois mais uma vez será enganado.  Estou sim defendendo a transparência a moral de um Sistema que veio para melhorar as práticas de gestão das empresas e do País, lutando por justiça e pela sobrevivência de várias consultorias existentes no País, que como eu, paga impostos, busca atualização das normas, gasta fortunas se preparando, com objetivo de contribuir com a melhoria contínua dos Sistemas de Gestão.

Espero ter conseguido alertar aos compradores de serviços para o risco que correm ao aceitarem este tipo de prática, que além de dubio, deixa sérias dúvidas da capacidade da conquista do certificado.


Ronaldo Damaceno
Gestor Executivo em Saúde
CRA-SP: 6-000074
ronaldodamaceno@rdconsultoria.com.br
(11) 3901-6734 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Conflitos de Interesse em Acreditação ou Certificação


No últimos anos tem aumentado significativamente o número de Auditores/Consultores, ou seja, pessoas fazendo os dois papéis. Ora eles preparam a empresa para um processo de Acreditação e/ou Certificação como Consultores de Empresas, previamente cadastrados em uma Instituição de Consultoria, ora se apresentam como Auditores de uma IAC – Instituição Acreditadora Credenciada ou Instituição Certificadora.

O que os empresários de serviços de saúde muitas vezes não sabem, é que isto é conflito de interesses e deve ser evitado para que o Certificado não seja comprometido, bem como que existem regras, como é o caso da NO 1 da ONA de 03/12/2012, no item 8.2.3, que veda este tipo de relacionamento.

Lógico que eu e outros profissionais que procuram trabalhar dentro da legalidade em cada uma das profissões (Consultor ou Auditor) não gostamos desta prática.

Acredito que a transparência e legitimidade em um processo de Acreditação e Certificação devam ser levados a sério, mas concordo também que os motivos pelos quais as pessoas se sujeitam a atuar desta maneira não estão ao meu alcance. Meu sonho é que estas pessoas ganhem bem no que fazem para evitar este tipo de situação que na verdade corrompe um sistema que deveria ser transparente.

Gostaria, por último, de deixar claro que não me faz falta o possível cliente que fica iludido com as facilidades vendidas por estes que se dizem espertos, mas é preciso ter coragem para levantar esta bandeira para moralizar a prática da transparência nos processos de Acreditação e Certificação.



Ronaldo Damaceno
(11) 3901-6734

quarta-feira, 13 de março de 2013

LAQI entregará prestigioso reconhecimento internacional à RD CONSULTORIA


Cidade do Panamá, Março de 2013. A RD CONSULTORIA receberá o Prêmio Empresa Brasileira, graças ao cumprimento dos princípios das 40+10 ações, as quais estabelecem, entre seus fundamentos, o sentido de envolver a todos os colaboradores internos com a gestão da qualidade e da responsabilidade
social, demonstrando coerência e apoio com relação à formalização de seus compromissos.

O reconhecimento será entregue pelo Dr. Daniel Maximilian da Costa, Founder & CEO da instituição panamenha Latin American Quality Institute (LAQI), que organiza o encontro anual de líderes empresariais, denominado Brazil Quality Summit.

“O Prêmio Empresa Brasileira posiciona a RD CONSULTORIA entre as principais organizações que operam na região e complementa seu constante compromisso com a transparência e sua capacidade de liderança, sendo exemplo entre as diversas companhias de mais rápido crescimento na América Latina. Diante da opinião pública, de seus clientes e fornecedores, a RD CONSULTORIA vem reforçando um bom sistema estrutural, onde as gerências e dependências trabalham de forma conjunta”, enfatiza Daniel
Maximilian da Costa.

Através desta premiação, a RD CONSULTORIA se reafirma como uma empresa que mantém um ambiente empreendedor, sendo honrada por seus próprios métodos de elevar o espírito do trabalho em equipe e o bem-estar entre os colaboradores internos que afeta diretamente o bem-estar da entidade.

Brazil Quality Summit 2013

Instituída como a reunião anual de maior relevância em Brasil, é organizada pela instituição panamenha Latin American Quality Institute (LAQI), a qual permite a melhoria do rendimento de centenas de empresas e empresários que fazem parte da rede. Para maiores informações, acesse: www.laqi.org.


RD CONSULTORIA será reconhecida como a melhor empresa do ano 2013


Cidade do Panamá, Março de 2013. Diretores, gerentes gerais e principais representantes das destacadas empresas e instituições membros da rede da LAQI estarão reunidos na VI edição do Brazil Quality Summit, a ser realizada no próximo dia 17 de maio na cidade do Brasilia.

Identificado por sua criatividade, qualidade e inovação, a RD CONSULTORIA vem estabelecendo um papel fundamental no estabelecimento de serviços de otimização de rendimento em Brasil. Sob as premissas de desenvolvimento sustentável e aptidões notáveis, o Brazil Quality Summit 2013 será o marco perfeito para a entrega do reconhecimento mais importante da região: o Prêmio Empresa Brasileira do Ano 2013.

«As grandes conquistas vêm de equipes coesas, de indivíduos que sobressaem. Ao centrar-se nas necessidades do cliente, no estabelecimento de altas expectativas e no fomento de um grande ambiente de trabalho, a RD CONSULTORIA demonstra possuir uma cultura empresarial importante para alcançar resultados excepcionais. É muito grato reconhecer um trabalho tão significativo», assevera Daniel Maximilian da Costa, Founder& CEO da LAQI.

A reunião anual organizada pela LAQI possibilitará o intercâmbio de experiências e o fornecimento de ideias e conhecimentos para assegurar que empresas como a RD CONSULTORIA sejam beneficiadas com oportunidades únicas para a promoção profissional, assim como a aprendizagem contínua de uma cultura empresarial enérgica. Também equilibra um conjunto desafiante dos objetivos do mercado presentes em todas as companhias de sucesso.

Brazil Quality Summit 2013

Instituída como a reunião anual de maior relevância em Brasil, é organizada pela instituição panamenha Latin American Quality Institute (LAQI), a qual permite a melhoria do rendimento de centenas de empresas e empresários que fazem parte da rede. Para maiores informações, acesse: www.laqi.org.

Fonte: A VI edição do Brazil Quality Summit fortalecerá o compromisso de notáveis empresas como a RD CONSULTORIA, que oferecem os melhores níveis de qualidade.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Gestão com foco em indicadores financeiros

O alto índice de concorrência aliado à elevação do nível de exigência dos clientes faz com que as empresas precisem travar uma grande “guerra” em oferecer produtos ou serviços com maior qualidade agregada e preços mais atraentes. Essa realidade cria uma necessidade constante de melhorar o gerenciamento das despesas, bem como criar políticas para alavancar a receita bruta e assim melhorar o resultado financeiro da organização.
É importante ressaltar que a responsabilidade dos resultados financeiros não deve ser restrita ao comercial (no que diz respeito à captação e retenção de clientes) e ao setor financeiro (elaboração de itens de controle). Todos os setores da organização devem estar alinhados com as metas de ordem financeira da empresa para serem participantes do processo.
O desafio da gestão começa na definição das metas globais. As metas globais, normalmente são definidas no planejamento estratégico da empresa. É improvável que dentro das metas globais não exista uma meta relacionada a aumento do faturamento e aumento do lucro, bem como redução dos custos operacionais. A definição destas metas de forma clara e realística é de grande valia para que se tenha controle sob o resultado efetivo.
O objetivo final da gestão de resultados é o aumento do lucro operacional. Contudo, para atingir este objetivo existem dois grandes conjuntos de atividades que devem ser alvo de constante controle e melhoria: Políticas comerciais para alavancagem de receita e instalação de indicadores de desempenho para controle custos e despesas.

A figura acima mostra de forma sistêmica como aumentar o resultado de uma organização. As setas em azul representam a necessidade de aumento e as setas vermelhas representam a necessidade de redução.
1-  Receita
O aumento de receita é uma das estratégias possíveis de se implantar para melhoria dos resultados. Existem três meios para que isso seja possível:
1.1  Aumento do volume: É a maneira mais comum utilizadas no mercado, isso é possível através de:
1.1.1  Redução de preço;
1.1.2  Investimento em Marketing e Propaganda;
1.1.3  Prospecção de novos clientes;
1.1.4  Telemarketing Ativo;
1.1.5  Implantação de novos pontos de venda
1.2  Aumento e Diversificação do Mix: É uma prática muito comum quando não existe um mercado tão grande para ser explorado ou não existe estrutura para uma possível expansão. Diversificar o mix pode englobar o lançamento de novos produtos ou serviços.
1.3  Aumento de Preço: É uma atitude ousada e que deve ser precedida de um estudo de mercado e de clientes. Um aumento de preço sem um bom estudo pode significar perda de clientes e consequentemente queda do resultado financeiro. Mercados com baixa concorrência tem uma tendência de aumento de preço relevante.

2-  Custos
Para reduzir custos, a palavra chave é controle. Empresas que não possuem controles (baseados em números e não em percepções) tem uma grande tendência a sofrerem dificuldade com a gestão dos seus custos.

Custo Administrativo: Consiste em todo o custo de estrutura da organização, onde não estão inclusos todos os custos para produção do produto ou prestação do serviço. Algumas práticas comuns para reduzir este custo consistem em reduzir a folha salarial, controlar energia elétrica ou até mesmo terceirizar alguns processos da empresa.

Custo Operacional: Os custos operacionais são todos aqueles voltados para a atividade fim da empresa, seja ele produtora de bens ou de serviços. Estes custos podem ser fixos ou variáveis. Ações importantes neste sentido   são as voltadas para identificar gap’s na operação e criar um novo desenho para os processos empresariais.
Em linhas gerais, para a melhoria do resultado é importante o equilíbrio entre receitas e despesas. As ações devem ser bem estudadas e as decisões devem ser criteriosas para evitar prejuízos. É importante ressaltar que estas ações podem ser sincronizadas, ou seja, podem ocorrer em paralelo (por exemplo, uma ação de aumento de receita ao mesmo tempo em que uma ação de controle de custos).

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

ONA vai participar do Comitê Cientifico da Conferência da ISQua, em 2014


A participação da ONA – Organização Nacional de Acreditação - na 29ª Conferência Internacional da ISQua - Sociedade Internacional de Qualidade em Saúde – realizada no final de outubro, na Suíça, já começa a apresentar resultados: a organização brasileira foi oficialmente convidada para fazer parte do comitê científico que vai definir a grade de palestras, apresentações e mesas redondas da 31ª Conferência da ISQUa, que será realizada no Rio de Janeiro em 2014. O convite, segundo a médica Maria Carolina Moreno, assessora de Relacionamento Interinstitucionall, que participou da última conferência, representa um importante passo na aproximação das duas instituições, pois a ONA ainda não faz parte das organizações de acreditação que integram a ISQUa.
“Além disso, o evento deu maior visibilidade ao trabalho que a ONA realiza junto aos serviços de Saúde no Brasil e permitiu uma interessante troca de experiências com os países participantes”, explica Carolina. “Tive oportunidade de participar de discussões com países menos desenvolvidos, onde ainda existem problemas sérios de abastecimento, saneamento e poucos recursos para a saúde, mas também acompanhei as apresentações sobre os avanços da assistência médica em países mais desenvolvidos”, relata.
Entre esses avanços, Carolina destaca a iniciativa de envolver o paciente nas decisões sobre o próprio tratamento, prática em discussão em diversos programas internacionais de qualidade. “Esse é um dos pontos que deverão ser revistos no manual da ONA, caso a organização passe a adotar os padrões da ISQUa”, revela a assessora. “Temos que manter o Sistema Brasileiro de Acreditação – ONA atualizado e conectado com as tendências mundiais para a melhoria contínua, tanto no sistema quanto nos serviços de saúde”, conclui.

O que é ISQua

Criada em meados dos anos 1980, a ISQua é uma associação internacional independente, voltada para a qualidade e segurança dos serviços de saúde, através de pesquisas e desenvolvimento de metodologia própria para a implementação e análise da gestão, atuando também como certificadora de organizações acreditadoras em diversos países.
Fazem parte da ISQua médicos, enfermeiros, administradores, economistas e outros profissionais que atuam em instituições médicas e acadêmicas, serviços de saúde, organizações não-governamentais, assim como algumas agências governamentais, além das certificadoras.

Novas Normas Orientadoras já estão disponíveis no Portal da ONA


As Normas Orientadoras - NOs - do Sistema Brasileiro de Acreditação foram totalmente revistas e a nova versão, que passa a vigorar a partir de 1 º de janeiro de 2013, já está disponível no Portal ONA. O processo de revisão teve início em março deste ano e, antes da aprovação pelo Conselho no dia 3 de dezembro último, o texto foi apresentado aos representantes das Instituições Acreditadoras Credenciadas (IACs) para os ajustes finais.
Por definir o conjunto de ações, atividades e regras que regem o Sistema Brasileiro de Acreditação (SBA/ONA), a revisão das normas orientadoras foi bastante detalhada, visando facilitar o seu entendimento, além de refletir os avanços do processo de acreditação. No final, o processo resultou no aumento de 12 para 19 NOs. Jaqueline Gonçalves, assessora técnica da organização, explica que a reestruturação foi necessária principalmente porque algumas normas passaram a incorporar muitos assuntos, o que tornou mais complexo o conteúdo, dificultando seu entendimento. Com a ampliação, as Normas Orientadoras passam a apresentar a seguinte distribuição:
NO 1 – Diretrizes do Sistema Brasileiro de Acreditação; NO 2 – Inscrição na Organização Nacional de Acreditação; NO 3 – Avaliação para o Diagnóstico Organizacional; NO 4 – Avaliação para a Acreditação; NO 5 -  Avaliação para o Selo de Qualificação ONA; NO 6 – Relatório de Avaliação; NO 7 – Divulgação da Certificação Concedida; NO 8 – Acompanhamento da Certificação; NO 9 – Avaliação para Recertificação; NO 10 – Avaliação de Upgrade; NO 11 – Notificação de Irregularidades do SBA/ONA; NO 12 – Código de Ética; NO 13 – Instituições Acreditadoras; NO 14 – Avaliadores do Sistema Brasileiro de Acreditação; NO 15 – Comitê de Certificação; NO 16 – Cooperação Técnica; NO 17 – Produção, Revisão e Validação das Normas e dos Manuais do SBA/ONA; NO 18 – Formação e Capacitação para Disseminação da Metodologia ONA; e NO 19 – Uso das Marcas ONA.
As Normas Orientadoras (que fazem parte das Normas Técnicas do SBA/ONA) devem ser de conhecimento das IACs, de seus avaliadores, assim como das organizações, serviços ou programas certificados ou mesmos dos interessados em processos de certificação. Para acessá-las gratuitamente basta entrar no site (www.ona.org.br) e preencher o cadastro que dá acesso à biblioteca virtual da Organização Brasileira de Acreditação.

Soluções de Qualidade em Saúde